remédios para parar de fumar
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Melhores remédios para parar de fumar com ou sem nicotina e terapias

Se quiser mesmo parar de fumar, pode aderir a tratamentos da medicina tradicional ou complementar

De acordo com os dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), o número de fumantes no Brasil vem reduzindo de forma expressiva desde 1989. Isso porque cada vez mais surgem alternativas de remédios para parar de fumar que ajudam àqueles que desejam abandonar o vício, mas precisam de um trampolim para alcançarem o sucesso.

Se esse for o seu caso, conheça algumas das mais conhecidas e eficientes opções que o mercado oferece e também outras formas de conseguir largar o cigarro e voltar a ter uma boa saúde sem recorrer aos medicamentos.

Veja também: os principais efeitos do cigarro no organismo

Melhores remédios para parar de fumar

como usar remédios para parar de fumar
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Dentro do organismo, a ação esperada dos remédios para parar de fumar varia conforme a composição do remédio. Alguns são calmantes para reduzir o estresse e a ansiedade, outros atuam, de fato, reduzindo as taxas de químicos nocivos do cigarro na corrente sanguínea. Veja as opções e converse com seu médico para que ele possa ajudar na escolha ideal.

Adesivos de nicotina

Esses adesivos são usados pelo fumante durante a fase de adaptação do organismo sem a quantidade habitual de tabaco, ou seja, quando está no período de abandono do vício. O adesivo é fixado na pele e permanece no lugar as 24 horas do dia liberando pequenas quantidades de nicotina na corrente sanguínea.

A ideia é que essa quantidade bem menor de nicotina ajude a ir eliminando esse e outros químicos do sangue, mas ao mesmo tempo mantém a pessoa emocionalmente controlada, evitando a ansiedade por fumar.

É necessário ter receita médica para usar porque o médico irá determinar o período do tratamento de acordo com a quantidade de cigarros que a pessoa costumava fumar por dia. Também irá fazer o acompanhamento da evolução da pessoa. A média de tempo de tratamento varia entre 45 e 90 dias.

Pastilhas e chicletes (com nicotina)

Muitas pessoas aderem a esses tipos de remédios para parar de fumar porque podem ficar mascando alguma coisa e disfarçando a vontade de pegar o cigarro. Essas pastilhas e chicletes também contêm uma dose bem reduzida de nicotina que ajuda a aliviar a abstinência do cigarro na corrente sanguínea, aliviando os sintomas de irritação e ansiedade.

Esse métodos também deve ser utilizado com acompanhamento médico para que ele determine o período e a quantidade ideal a usar por dia. Não pode passar o dia todo mascando chicletes de nicotina sem um controle do que está fazendo ou não verá resultados.

Bupropiona (sem nicotina)

Esse é um medicamento, deve ser usado com prescrição médica e a dose usual é de 1 comprimido por dia. Conforme o caso do paciente o médico poderá dobrar a dose, mantendo um acompanhamento constante dos resultados.

Esse medicamento costuma ser recomendado para casos de dependência elevada do cigarro e que não conseguem se livrar do vício por sofrerem demais com os sintomas da abstinência. O medicamento atua reduzindo esses sintomas porque atua igual à nicotina, estimulando a liberação de dopamina nas zonas de prazer e bem-estar do cérebro.

Ele pode causar efeitos colaterais como dor de cabeça, tontura, redução dos reflexos, tremores, ansiedade, agitação, boca seca e insônia.

Terapia e mudanças de hábitos

A terapia pode ser feita junto com o tratamento medicamentoso para intensificar e acelerar o efeito. Mas se preferir, pode aderir à terapia sem precisar usar remédio, adesivo ou pastilha. Pode apenas agendar uma consulta com um psicólogo e iniciar as sessões com o objetivo de parar de fumar.

Junto com as consultas psicológicas é necessário aderir a novos hábitos de vida que estimulem o abandono do vício sem sofrimento, como melhorar a alimentação, praticar atividade física regular, evitar estimulantes da vontade de fumar como café, bebida alcoólica ou mesmo lugares com muitos fumantes.

Terapias complementares

Existem outras terapias que ajudam a manter o corpo e mente em equilíbrio, atuando de forma semelhante à nicotina e os medicamentos que agem diretamente no cérebro. Assim você apenas obtém os efeitos positivos, sem aquela lista de efeitos colaterais e sem precisar ficar com um adesivo colado no corpo ou chupando pastilhas de hora em hora.

Essas terapias complementares são a acupuntura, auriculoterapia, reflexologia e meditação, por exemplo, sempre acompanhadas das mudanças de hábitos que são essenciais para distanciar o fumante do vício. Esses tratamentos podem ser feitos com médicos, psicólogos, massoterapeutas ou fisioterapeutas e a frequência será determinada junto com o profissional.

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