Alzheimer é o nome de uma doença neurodegenerativa que entra no grupo das demências. Ainda não se conhece a verdadeira causa da doença, mas existem tratamentos que reduzem os sintomas de Alzheimer.
Mesmo com causa desconhecida, o que se sabe é que o cérebro vai perdendo suas capacidades ao tempo que as células nervosas são recobertas por agentes nocivos.
Assim, as células perdem a comunicação entre si, vão se deteriorando e a pessoa vai perdendo suas capacidades de memória, atenção, linguagem, concentração, pensamento e suas capacidades funcionais. Veja como costuma ser a evolução dos sintomas de Alzheimer.
1ª fase: sintomas iniciais de Alzheimer

As fases dos sintomas de Alzheimer se diferem pela quantidade de células doentes no cérebro. Quanto mais a doença avança e ocupa outras partes, mais capacidades são comprometidas. Basicamente são consideradas três fases de sintomas, sendo que na primeira costumam-se perceber:
2ª fase: sintomas moderados

Mesmo que a pessoa já tenha se dado conta de que pode ter a doença, não há como evitar sua progressão. Então, todos os sintomas de Alzheimer mencionados na 1ª fase começam a se intensificar:
3ª fase: sintomas avançados

- Perda grave de memória, embora estudos apontem que a memória não desaparece, apenas fica impossível alcançá-la;
- Desorientação acentuada, sem conseguir perceber onde está e que horas são;
- Dependência total para atividades, como se alimentar e usar o banheiro;
- Perda progressiva da capacidade de andar sem ajuda, de se sentar sem apoio, de manter a cabeça reta e de sorrir;
- Dificuldade para deglutir os alimentos, com isso também ocorre a perda de peso.
Que médico consultar?

A evolução da primeira para a terceira fase é muito variável em cada paciente. A média é de que uma pessoa com Alzheimer viva entre 3 a 20 anos.
Então, assim que começar a perceber os primeiros sinais, seja em si mesmo ou em um parente com quem conviva, deverá o quanto antes procurar um médico neurologista. Se a pessoa já for idosa e não tiver certeza do que está sentindo, pode também ir ao geriatra. Outra opção é ir ao psiquiatra.
Como é feito o diagnóstico?

Não existe um exame único e preciso que vá diagnosticar o Alzheimer. Quando a pessoa chega ao neurologista, ele irá fazer uma série de avaliações e exames. A intenção é primeiro descartar a possibilidade de outras doenças com sintomas similares. Somente depois é que pode-se considerar a presença do Alzheimer.
O médico irá fazer isso por meio da análise do histórico familiar, exames físicos, exames de sangue e urina, testes de memória e de estado mental. Também poderá fazer exames de tomografia, ressonância magnética e eletroencefalograma para avaliar o cérebro.
O fator mais importante é que procure o médico o quanto antes para que se diagnostique e trate a doença ainda em estágio inicial, aumentando a expectativa de vida e sua qualidade.
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