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Polução noturna: por que acontece e como evitar?

Acordar de repente e sentir que teve uma ejaculação é relativamente comum entre os adolescentes

Crédito: Freepik

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Polução noturna é o nome que se dá para a ejaculação noturna ou “sonhos molhados”, que pode acontecer com homens (saída involuntária de esperma durante o sono) e mulheres (secreções vaginais, com ou sem orgasmo).

É mais comum que a polução noturna aconteça na adolescência e com adultos jovens, principalmente os que não têm uma vida sexual ativa. Mas pode acontecer com qualquer idade, quando a pessoa está há mais tempo sem fazer sexo.

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O que causa a polução noturna?

A polução noturna acontece durante a fase REM do sono, em que a atividade nervosa é mais intensa, podendo resultar em excitação e ejaculação.

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Portanto, parece estar relacionada com a abstinência sexual prolongada, fadiga, sonhos eróticos, cansaço excessivo, aperto no prepúcio ou até uma inflamação da próstata.

Como dito antes, a condição é mais comum em homens jovens, pois eles têm os níveis de testosterona muito elevados. Isso provoca um aumento da produção de esperma e surge a necessidade de liberar o excesso.

Nas mulheres é menos comum acontecer e as causas são menos claras, pois a sexualidade feminina tem traços mais emocionais.

É possível que exista liberação de fluidos vaginais durante o sono, mas não necessariamente por causa de um orgasmo. Pode ter havido apenas excitação, o que é mais comum quando a mulher está tendo um sonho erótico.

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Aproveite e veja: Ejaculação feminina existe? Saiba como acontece

Quando precisa de tratamento?

De vez em quando é normal ter polução noturna, principalmente quando você é jovem e sua rotina sexual anda meio parada. Não há com o que se preocupar.

Agora, se os episódios ficarem frequentes ao ponto de incomodar você, é hora de conversar com um profissional. A polução noturna incomoda quando prejudica sua concentração, causa dificuldade para dormir, aumenta a vontade de urinar e reduz o apetite sexual.

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Tratamento para polução noturna

Não é errado ter episódios de polução noturna, e não é sinal de qualquer transtorno ou doença. Mesmo assim é bom consultar o médico (clínico-geral, urologista ou ginecologista) para fazer alguns exames e descartar outras hipóteses.

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Como não é doença, não tem tratamento com remédios. O que pode fazer é aumentar o número de relações sexuais – se for conveniente – ou de masturbações.

Junto a isso, é bom consumir mais alho, cebola e gengibre, tomar suco natural de abacaxi e ameixa, pois, além de fornecerem hidratação e nutrição, melhoram a circulação sanguínea, o que ajuda a reduzir os episódios de polução noturna.

Se não conseguir reduzir os episódios e não souber o que fazer, consulte-se com um sexólogo ou psicólogo. Certamente há questões psicológicas que, se forem tratadas, vão trazer de volta o equilíbrio.

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