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Mulher tenta tirar sobrenome do ex-marido há 10 anos

Cíntia da Costa, uma confeiteira paulistana, só quer reaver o seu nome de solteira
mulher tenta tirar sobrenome do ex-marido há 10 anos
Crédito: Freepik

A tradição de adotar o nome do marido quando se casa é muita antiga. Mas diferente daquela época que ficar com o sobrenome do marido era obrigação, hoje em dia as pessoas colocam o sobrenome de seus parceiros por diversas razões, cada um tem a sua. Claro que ninguém pensa em casar e adotar o nome do conjugue já imaginando um divórcio no futuro, mas depois da separação o processo para mudar o nome de casada pode dar muita dor de cabeça. Exemplo disso é uma mulher que tenta, há 10 anos, tirar sobrenome do ex-marido e ter seu nome de solteira de volta.

Conheça a história

Cíntia da Costa, uma confeiteira paulistana, é quem tenta, há 10 anos tirar sobrenome do ex-marido e reaver o seu nome de solteira. O processo, além de extremamente longo, trouxe muitos problemas e dores de cabeça. Correspondências que não chegavam, já que a portaria não reconhecia o sobrenome, até problemas mais sérios como sacar o FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) e abrir a sua própria empresa.

O arrependimento de Cíntia ter colocado o sobrenome do marido aconteceu logo após o casamento, pois ela teve que atualizar todos os seus documentos, o que, para ela, foi muito trabalhoso. Após o divórcio ela poderia manter o sobrenome, mas preferiu voltar ao seu nome de solteira, porque o de casada lhe causava dor emocional

Apesar de toda confusão e problemas causados por tirar o sobrenome, Cíntia não desencoraja nem discrimina quem quer adotar o nome do parceiro. Só ressalta que a decisão deve ser muito bem pensada, pois, segundo ela, isso afetará a vida toda e não deve ser feita somente para agradar ou não chatear o parceiro.

Como tirar o sobrenome do ex-marido

Tirar o sobrenome do ex-marido não é muito simples, pois se trata de um processo judicial. É preciso contratar um advogado – ou um defensor público – para poder dar início ao processo. Depois é preciso apresentar ao Ministério Público a certidão que quer mudar, junto com outros documentos, como, por exemplo, a certidão negativa de antecedentes criminais.

Além de um pouco trabalhoso, esse processo é um pouco caro. É preciso pagar o advogado, os custos do processo judicial e as taxas do cartório. Fora os custos administrativos, como tirar segundas vias de documentos e cartões de banco. Até o processo sair, pode demorar de dois meses a um ano, mas o prazo pode ser bem maior na realidade.

Saiba mais sobre esse processo no vídeo:

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