Coliving
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Coliving: a tendência de viver de forma compartilhada

Viver de forma colaborativa tem seus desafios, mas também benefícios. Você toparia?

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A vida em sociedade está sempre se transformando. Agora, com a pandemia, muitas pessoas perceberam que não gostam tanto assim de viver sozinhas, enquanto outras se adaptaram a uma rotina diferenciada, trabalhando em casa ou adotando um estilo de vida mais leve e colaborativo. Pensando nessas pessoas e em outros perfis, o coliving está evoluindo.

O que é coliving?

O termo vem do inglês e pode ser traduzido como moradias colaborativas. As pessoas que escolhem viver em um coliving têm seus quartos privados, mas compartilham os demais espaços sociais, como cozinha, sala e áreas de lazer.

Mas, o coliving não é apenas um tipo de condomínio: é um estilo de vida, afinal, para viver em harmonia com as pessoas e o meio ambiente é preciso praticar a sustentabilidade, a integração e a colaboração nas suas atitudes diárias.

Mesmo que você nunca tenha ouvido falar nisso, esse conceito de viver de forma colaborativa já tem algumas décadas e diferentes formatos, como por exemplo as comunidades sustentáveis dos anos 70, em que os hippies viviam com suas famílias, promovendo a liberdade e a harmonia com a natureza e as pessoas.

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Esse conceito nunca deixou de existir e, agora, o coliving surge como uma alternativa mais moderna de viver em uma comunidade sustentável e integrada.

Qual é a diferença entre coliving e república de estudantes?

A diferença é justamente essa: estudantes. Em uma república estudantil, os estudantes têm seus quartos, mas compartilham os demais espaços. Em um coliving também é assim, mas não são apenas estudantes, podendo haver famílias, aposentados, adultos solteiros e quem mais tiver interesse nesse estilo de vida.

Claro que, por conta disso, existem outras diferenças, como a forma de gerenciar o local. Na república são os próprios estudantes que determinam as regras, a convivência e compartilham os gastos mensais.

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Já no coliving, o gerenciamento é igual a qualquer condomínio: tem um síndico e/ou uma empresa administradora para manter tudo em ordem, inclusive mediando qualquer conflito entre as pessoas e cobrando o valor do condomínio.

Outra diferença crucial é a infraestrutura. Na maioria das repúblicas de universitários, não há uma grande preocupação com isto, pois cada estudante leva suas coisas e vive de forma mais despreocupada, já que não é uma residência fixa.

No coliving o negócio é mais sério, como em qualquer condomínio, onde os espaços sociais compartilhados e as áreas de lazer são entregues mobiliados e equipados, tudo bonitinho, para receber famílias de variados perfis e com diferentes necessidades.

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Como existem diferentes tipos de coliving, alguns podem entregar até mesmo o quarto privado com mobília e equipamentos, enquanto outros não entregam tudo pronto para morar. Aí é uma questão de pesquisar e ver quais as opções disponíveis no local do seu interesse.

Vantagens

  • Ter sempre a companhia dos vizinhos, evitando a solidão;
  • Ter menos custos com as contas básicas;
  • Viver em um local moderno e estruturado;
  • Desenvolver seu senso de sustentabilidade e colaboração;
  • Permitir que as crianças experimentem esse estilo de vida integrado;
  • Menos burocracia na hora de se inscrever para morar.

Desvantagens

As desvantagens só existem para as pessoas que não se encaixam no perfil, por exemplo:

  • Não ter completa privacidade nem controle do silêncio;
  • Ter que se habituar em compartilhar as coisas e não conseguir deixar tudo do seu jeito;
  • Precisar seguir as regras do grupo para que a convivência seja pacífica.

Então, se essa ideia de viver de forma mais sustentável e colaborativa lhe parece interessante, a dica é pesquisar bastante para encontrar um coliving perto de você. Peça para visitar o local antes de se mudar, garantindo que é o que você espera e que você pode pagar, já que não são todos iguais.

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