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Chá de ginseng: benefícios e como fazer

Como fazer chá de ginseng e seus benefícios para a saúde
chá de ginseng
Crédito: Pxhere

Segundo um estudo português, o chá de ginseng já vem sendo utilizado há milênios para a cura de doenças e aumento da longevidade. São utilizadas somente a raiz de plantas que tenham entre quatro e seis anos. Isso é importante pois é quando a quantidade “de ginsenósidos, a principal classe de compostos bioativos do ginseng, atinge a concentração máxima”.

Diversos estudos indicam que essa raiz pode aumentar a imunidade, além de reduzir a fadiga e o stress. Além disso, tem propriedades antivirais, anticoagulantes, antioxidantes e ainda faz muito bem para o sistema cardiovascular. Parece bem interessante, concorda?

Então veja como fazer um chá de ginseng para melhorar sua qualidade de vida, além é claro, dos outros benefícios já conhecidos, sempre com base em estudos e informações oficiais. Anote aí!

Como fazer chá de ginseng

Fácil de encontrar em farmácias e lojas de produtos naturais, a raiz de ginseng já vem seca e em pedaços, facilitando o processo de produção do chá. Essa receita é para a raiz seca, se for usar fresca, deve reduzir bastante a quantidade, para evitar problemas.

Para preparar, basta colocar uma colher de sobremesa de raiz desidratada em uma xícara de água e deixar levantar fervura. Depois de ferver, tampe e deixe amornar. Então é só coar e beber.

Como e quando tomar

O ideal é sempre perguntar para o seu médico ou nutricionista como tomar da forma mais adequada para o seu corpo, mas via de regra deve-se tomar uma vez ao dia, nunca pela noite. Se quiser, no máximo de tardinha, pois há chances de atrapalhar o sono, por causa do estímulo que ele oferece.

Se puder, tome o chá de manhã, uma xícara somente, tendo cerca de 0,5 a 2 gramas da raiz por porção. Lembre-se sempre que o ideal é que a sua dose seja calculada por um médico que acompanhe o seu estado de saúde.

Benefícios para a saúde

chá de ginseng benefícios
Crédito: Wikimedia Commons

De acordo com um estudo feito no Brasil, o ginseng reduz a inflamação no corpo, atuando também na homeostase cardíaca. Ele aumenta a imunidade, tendo forte ação antibacteriana e antitumoral, muito também pela sua ação anti-inflamatória.

Além disso, ele ajuda na função “anticarcinogênica, hipotensora, hipoglicêmica e neuroprotetora”, fazendo com que se perceba uma melhora significativa do “humor, da capacidade cognitiva, do estresse físico e mental”.

Para a Organização Mundial de Saúde (OMS), ele é “usado como um agente profilático e restaurador para melhorar as capacidades físicas e mentais, em casos de fraqueza, exaustão, cansaço e perda de concentração, e durante a convalescença”.

Também ajuda no tratamento da impotência sexual, além de ajudar o fígado a se livrar de toxinas, melhorando distúrbios do trato gastrointestinal, como úlcera e gastrites. Observa-se também efeito sobre “doença hepática, tosse, febre, tuberculose, reumatismo, vômito da gravidez, hipotermia, dispneia e distúrbios nervosos”.

Contraindicações e cuidados a ter

O mesmo estudo português citado no início afirmou que, apesar dele ser excelente para a saúde, não deve ser tomado por muito tempo, pois pode dar origem à “síndrome de abuso do ginseng”. Ela tem sintomas similares ao uso excessivo de “corticosteroides tais como nervosismo, insônia, hipertensão arterial, urticária e diarreia matinal”.

Já a OMS afirma que somente os pacientes diabéticos devem ter mais cautela, pois o ginseng reduz a quantidade de açúcar no sangue, o que pode ser bem ruim, se combinado com a alimentação e os medicamentos.

Além disso, há interações com alguns medicamentos alopáticos, como a fenelzina, um inibidor da monoamina oxidase, não tendo sido testado em mulheres grávidas ou que estejam amamentando, sendo assim melhor evitar o seu uso nessa época.

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