A carne é um ingrediente constante no nosso cardápio. Daí que seja essencial diferenciar quais os produtos que têm qualidade e que alimentos podem trazer sérios riscos para a nossa saúde.
Com os últimos escândalos envolvendo a comercialização de carne no Brasil, é normal que apareçam dúvidas e até um certo receio em consumir o produto.
Confira as dicas a seguir para garantir a sua segurança e a da sua família:
Siga essas 5 dicas para saber como uma carne tem boa qualidade
1. Avalie a cor da carne bovina
Opte sempre pela carne vermelha – um tom semelhante a uma cereja. Se o alimento tiver uma cor marrom, a carne pode já estar sofrendo alguma deterioração. Se a carne estiver esverdeada, nem arrisque!
2. Avalie o cheiro da carne bovina
Esse alimento possui um odor próprio. Caso a carne comece a ficar estragada, o produto ganha um cheiro mais intenso e até incômodo.
Se você abrir um pacote de uma carne embalada a vácuo, irá sentir um odor forte, mas passageiro. Caso esse cheiro continue, não consuma o alimento.
3. Avalie a textura
Uma carne em deterioração ganha uma textura pegajosa.
4. Avalie a textura da carne de frango
Tendo um tom leve, esse tipo de alimento apenas sofre de uma alteração na cor quando se encontra muito estragado. Por isso, a melhor solução é tocar no produto: se tiver qualidade, ele estará firme.
5. Identifique a carne que não foi acondicionada corretamente
São aqueles alimentos que nem estão bem congelados, nem bem descongelados.
O escândalo com frigoríficos aumenta a necessidade de alerta?
Após a divulgação da operação Carne Fraca que indicou diversas fraudes exercidas por frigoríficos de referência no Brasil – havendo, inclusive, a comercialização de carne sem qualidade –, será que é importante aumentar o nível de alerta em relação a esse tipo de alimento?
Para Pedro de Felício, os embutidos (como as salsichas) podem ter tido um processo de fabricação compartilhado com as carnes estragadas dessa operação. Porém, a pasteurização e tratamento desses embutidos podem diminuir a possibilidade de danos no nosso organismo.
De resto, as substâncias que foram adicionadas às carnes estragadas não violam as regras sanitárias, segundo a nutricionista Christiane Queiroz. O problema é mesmo a quantidade. Por um lado, há antioxidantes; por outro, as carnes têm componentes que lutam contra os fungos.
Assista a esse vídeo e conheça outras dicas importantes na hora de escolher carne:
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