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Tratamentos para herpes-zóster e possíveis complicações

O vírus pode estar no corpo desde a infância e só manifestar sintomas após os 50 anos de idade

O vírus herpes-zóster é uma das variações do herpes simples que causa a herpes labial e a genital. O zóster é o mesmo causador da catapora que costuma surgir na infância quando a criança não é vacinada. Então, mesmo depois de a catapora ser curada, o vírus permanece adormecido no organismo, em um nervo, e geralmente é reativado após os 50 anos de idade quando encontra uma oportunidade de atacar o corpo que está com o sistema imunológico enfraquecido. Mas existem tratamentos para herpes-zóster.

Tratamentos para herpes-zóster

os principais tratamentos para herpes-zóster
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Os sintomas da doença são erupções na pele, só de um lado, seguindo o nervo em que o vírus está alojado. Geralmente são lesões que percorrem do tronco ao rosto e variam de acordo com a fase, que pode ser o período de incubação, a fase ativa ou a crônica. O tratamento vai depender de qual fase está a doença, podendo ser:

Remédios para aliviar os sintomas

Como os sintomas tendem a desaparecer com o passar dos dias, geralmente sem causar danos mais graves, o médico poderá prescrever analgésicos, antitérmico ou anti-histamínico para aliviar as inflamações.

Antibióticos

No caso de ocorrer alguma infecção secundária, existe a possibilidade de tratar com antibióticos. Quanto antes for buscar ajuda médica, menor o risco de agravamento.

Antiviral

Para combater os sintomas de modo geral é usado o medicamento antiviral Aciclovir. Ele reduz o tempo de estadia das feridas no corpo e é mais usado quando existe risco de agravamento, mas essa opção varia conforme a avaliação do médico.

Tratamentos para herpes-zóster com chá de calêndula

Esse chá pode ser usado em conjunto com o tratamento médico para ajudar as feridas a secarem mais rápido. Mesmo assim, só deve ser usado com a permissão do médico.

Ingredientes

Água: 150 ml;
Calêndula: 2 colheres (chá).

Modo de preparo e utilização

  1. Leve a água ao fogo e, quando levantar fervura, acrescente a calêndula;
  2. Retire do fogo e tampe;
  3. Quando ficar morno, coe;
  4. Molhe um algodão no líquido e coloque sobre as feridas durante dez minutos. Faça isso três vezes ao dia até as bolhas secarem completamente.

Higiene pessoal

Também é importante manter o paciente longe de outras pessoas para evitar o contágio e deve estar com as mãos sempre bem limpas para não acabar infectando as feridas com outras doenças.

É contagioso?

Sim, o herpes-zóster é contagioso, mas como viu, tem tratamento. O problema são os riscos de complicações, por isso é essencial buscar ajuda médica assim que começarem os sintomas na pele. Os riscos podem ser:

  • Inflamação grave no cérebro que pode levar à morte ou deixar sequelas;
  • Se entrar no globo ocular pode cegar;
  • Pode deixar uma dor remanescente mesmo após o tratamento, durando por tempo indeterminado e prejudicando a qualidade de vida;
  • Aumenta o risco de ter artérias obstruídas, podendo levar ao infarto ou AVC.

Tem cura?

Não. A partir do momento em que a pessoa é infectada com a catapora, o vírus vai permanecer no organismo. Ele poderá ficar longos anos sem se manifestar, mas estará lá pronto para aproveitar um momento oportuno e ser reativado como herpes-zóster.

Porém, tem prevenção se a pessoa for vacinada contra catapora. O Ministério da Saúde oferece a vacina que entrou para o Calendário Anual de Vacinação em 2013. Ela é tetra viral, atuando contra catapora, caxumba, sarampo e rubéola e pode ser administrada em crianças e adultos.

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