Imagine o seguinte: está um dia lindo de Primavera e, um jovem casal apaixonado e feliz está ao ar livre, rindo e sorrindo, de mangueira na mão enquanto dão banho ao seu cão. Se olhar com atenção, você repara que a mulher está grávida. Uma cena de sonho, não concorda?
Estudos recentes põem todo esse romantismo em questão. Sem o saber, o champô que a futura mãe está utilizando para dar banho ao seu cão estará a criar uma situação que é, de longe, o oposto dessa cena desprovida de perigos e de maldade, como gostaríamos que fosse. Agora você se pergunta: como pode o champô ser assim tão prejudicial?
Entre muitas das conclusões a que esse estudo chegou, a mais reveladora é a de que, as mães com filhos que sofrem de autismo, deram como certa a probabilidade de terem utilizado champôs anti-pulgas nos seus animais de estimação, duas vezes mais do que as outras mães, durante o tempo de exposição. Uma análise estatística revelou que o ingrediente que está relacionado com essa condição é a pyrithrin, que vem sendo utilizado na produção de diferentes produtos, há mais de 20 anos.
Não existe um tratamento específico para o autismo. No entanto, começamos a perceber que diversas escolhas de vida podem representar um papel fundamental no desenvolvimento dessa doença.champô

