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O sexto sentido dos animais

Por que eles possuem sentidos tão aguçados e os humanos não? Descubra.

Você já presenciou algum acontecimento que não conseguia entender ou explicar? Episódios que parecem uma mistura de natural e sobrenatural, nos fazendo acreditar que há muito mais no universo do que podemos ver ou compreender.

Alguns exemplos são as coincidências que parecem ter acontecido por telepatia, como quando temos um pressentimento de que algo vai acontecer, e realmente acontece. Ou quando sonhamos com alguém e no dia seguinte temos notícia daquela pessoa.

Para muitos, estes são avisos divinos. Mas, para outros, como para o biólogo Rupert Sheldrake, trata-se de um sexto sentido que faz parte da nossa consciência primitiva, retirada dos humanos a partir do momento que começaram a ser treinados para se comportar conforme os padrões da sociedade.

Na busca de provar que este fato é real, que temos um sexto sentido em nosso âmago capaz de nos conectar com o universo e os outros seres que convivemos, Sheldrake observa o comportamento dos animais. O que chamamos de instinto, é algo muito mais poderoso do que nos deixamos acreditar.

Vamos mostrar alguns exemplos estudados pelo cientista mas antes, para que você confie na credibilidade dos seus estudos, precisa saber que ele não é um louco qualquer que acredita no sobrenatural. Rupert Sheldrake é formado em Ciências Naturais por Cambridge, em Filosofia por Harvard e é PhD em Bioquímica.

Entretanto, depois de anos estudando o que a academia considera correto e real, seus livros são voltados para as vertentes da espiritualidade e o sobrenatural. Ele acredita que somos muito mais do que a ciência explica através de experimentos controlados. Que as plantas e os animais, grupo no qual incluem-se os humanos, jamais deveriam ser catalogados dentro de padrões comportamentais artificiais.

Para embasar sua teoria, Sheldrake escreveu o livro Cães Sabem Quando seus Donos Estão Chegando. Conheça alguns experimentos feitos na busca de comprovar que os animais ainda possuem o texto sentido que foi tirado de nós, e por isso há muito o que aprender com eles.

O caso do cão Jaytee

Este cão foi adotado por uma moça chamada Pamela, na Inglaterra, e vivia com ela e seus pais. Todos os dias, quando faltava meia hora para Pamela chegar em casa do trabalho, Jaytee a esperava em frente à porta. Mas como ele sabia que ela estava chegando?

Durante 100 dias, a família observou o comportamento do cão e fez testes para perceber se ele sentia sua chegada pelo cheiro, pelo barulho do carro ou pela rotina de horários. Todos estes fatores foram variados, e mesmo assim, Jaytee mostrava continuar sabendo que sua dona estava prestes a chegar.

Com duas câmeras e cronômetros sincronizados, uma na casa de Pamela e outra no seu trabalho que gravaram 120 fitas, Sheldrake conseguiu revelar que o cão não ia para a porta esperar a dona quando ela saia do trabalho, mas sim, quando ela decidia que iria sair. Como se ele pudesse ler seus pensamentos.

Poder de cura dos animais

Outros estudos, até mesmo realizados por Sigmund Freud, mostram o que podemos afirmar até hoje. Conviver com animais nos faz sentir melhores, pois eles têm um estranho poder de nos acalmar, serem companhias que nos satisfazem, e até ajudam a reduzir sintomas de depressão e ansiedade.

Quando os animais despertam a sensação de bem-estar nas pessoas, o organismo humano abre-se para a cura, pois o estado emocional positivo ativa as capacidades do sistema imunológico. Somos seres completamente interligados entre o físico e o emocional, assim como qualquer outro animal.

Por isso, não deveríamos ter a ingenuidade de acreditar que os animais são bobos e agem por instinto sem saber o que estão fazendo. Eles possuem uma compreensão sobre os humanos, muito superior à compreensão que temos deles.

Outro caso é da cachorrinha Annie, que tem o hábito semanal de pular no colo de sua dona Christine e lamber seu rosto sem parar. Quando Annie faz isso é um sinal. Em poucos minutos sua dona começa a ter um ataque epilético, pressentido pela cachorrinha.

Neste e em outros casos documentados, além do cão saber antecipadamente que algo está errado com seu humano, eles buscam protegê-lo de alguma forma, nestes casos, jogando-se no chão para amortecer a queda do dono.

Esse poder de telepatia dos animais ainda não é explicado, mas diversos casos apontam que eles realmente possuem uma conexão com seus donos, não importando a distância em que estão um do outro. Há cães e gatos que parecem sentir quando os donos ligam para casa ou quando algo ruim vai acontecer. Os relatos são incontáveis.

Mas como todo estudo precisa de hipóteses para que um dia chegue a uma conclusão, Sheldrake acredita na teoria de campos mórficos, que são uma extensão invisível e indetectável que todo corpo possui e que determina seu comportamento e sua forma.

Não podemos ver ou sentir, mas os animais podem, já que ainda preservam seu sexto sentido, ou instinto, pois não foram treinados para compreender apenas o que podem ver ou o que sabem identificar como real.

Você acredita nessa teoria? Já presenciou um caso parecido e também ficou intrigado com o poder dos animais? Conte pra gente suas experiências nos comentários. Não podemos negar que eles realmente influenciam nossa vida e nosso comportamento, e ainda vamos comprovar que esse sexto sentido faz parte de uma explicação para tudo aquilo que ainda não compreendemos sobre como a vida funciona.

Redigido por Priscilla Riscarolli

Graduada em Comunicação Social, decidiu trocar as campanhas publicitárias pela produção de conteúdo para inspirar as pessoas a enriquecerem suas vidas com mais informação, bem-estar e criatividade.

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