Muitas pessoas sofrem com herpes labial todas as vezes em que a imunidade dá uma baixa. É um incômodo que pode, sim, ser evitado, se feito o tratamento correto. Veja então quais são as formas mais comuns que os médicos recomendam.
Herpes labial e imunidade
De acordo com o Ministério da Saúde, através do BVS, “o herpes labial, assim como a gengivo-estomatite herpética e a faringite herpética, provocam lesões ao redor da boca e são causados na maioria das vezes pelo HSV 1”. Cerca de 90% das pessoas têm esse vírus, sendo que o tipo genital atinge uma parcela muito menor, de 20%.
A herpes ainda não tem cura, mas pode ser controlada. Além disso, existem diversas varações do vírus, sendo que algumas são praticamente inofensivas e podem ser encontradas em quase todas as pessoas adultas. Porém, quando a imunidade cai, eles acabam se manifestando. A forma mais comum é a pústula labial, que tanto incomoda quem sofre com isso.
Tratamentos
Primeiro de tudo, é fundamental que a pessoa procure ajuda médica, pois a automedicação pode agravar o caso. Entretanto, algumas medidas são bem comuns e podem trazer ótimos resultados, se prescritas corretamente. Claro que o foco principal deve ser manter a imunidade em dia, com hábitos de vida saudáveis.
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Medicamento antiviral
Seja com o uso de pomadas no local onde a lesão apareceu ou com o uso de comprimidos, os medicamentos antivirais são sempre uma boa opção. Porém, isso só é interessante para pessoas que não sofram com crises recorrentes. Sendo então um paliativo para momentos de crise, sempre com recomendação médica.
Primeiros sinais
Outro tratamento é mais relacionado a uma ação ativa diante da possibilidade do surgimento da lesão. Ao aparecerem os primeiros sinais, a pessoa já toma um comprimido antiviral para evitar que a doença se fortaleça. Consequentemente, será mais fácil tratar a lesão ou se pode até impedir que ela se desenvolva.
Supressivo
Para quem sofre muito com as crises e acaba ficando com a boca lesionada muitas vezes ao ano, uma boa medida é agir de forma supressiva com o vírus. Assim, o paciente toma o remédio antiviral por um determinado período de tempo – sempre com recomendação médica. Então dá pausas e depois volta a tomar, evitando assim que o vírus se fortaleça. Consequentemente, as crises diminuem.

