Enfermeira que participou da campanha Fique em Casa morre por coronavírus
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Enfermeira que participou da campanha “Fique em Casa” morre por coronavírus

Mais uma heroína de frente de batalha vem a óbito por causa do coronavírus

Se lembra da enfermeira que participou da primeira foto “Fique em Casa”, que se tornou viral? Infelizmente, ela faleceu por causa do coronavírus, sendo mais uma heroína na frente de batalha contra a doença.

Fique em casa por ela

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Uma heroína que perdeu a vida para salvar vidas. A luta de Adelita Ribeiro, técnica de enfermagem e laboratório, morta aos 38 anos, vítima do coronavírus, jamais será esquecida pelo Estado. Essa é minha palavra como governador de Goiás. E ela fez campanha de alerta para que as pessoas fiquem em casa enquanto milhares de profissionais de diversas áreas, assim como ela, estão na linha de frente em defesa dos goianos. Expostos a riscos, longe de seus familiares, pensando em ajudar a quem precisa. Cumprindo um juramento de salvar vidas. Ela não tinha qualquer comorbidade (doenças que são consideradas fator de risco quando associada ao Covid-19, como cardiopatia, diabetes, entre outras) e perdeu a vida diante de um vírus que mata, independentemente de idade. Gente, vamos seguir as orientações. Fiquem em casa. Pensem e respeitem o próximo. Só vamos vencer este momento se estivermos juntos. Que Deus conforte os familiares e amigos.

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Adelita Ribeiro da Silva tinha apenas 38 anos e não estava em nenhum grupo de risco, mas infelizmente o covid-19 levou a melhor. Ela era enfermeira e participou da primeira foto com colegas de trabalho que se tornou viral. Nela, sua equipe se mostrava no hospital, a disposição dos pacientes, pedindo para quem pudesse, ficar em casa.

Mais uma guerreira que vinha combatendo a pandemia, ela atuava no laboratório do Hospital do Coração de Goiânia, em Goiás. De acordo com o governador do estado, ela é “uma heroína que perdeu a vida para salvar vidas. A luta de Adelita Ribeiro, técnica de enfermagem e laboratório, morta aos 38 anos, vítima do coronavírus, jamais será esquecida”.

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Ela deu o plantão no dia 27 de março e apenas 3 dias depois já estava UTI do hospital no qual trabalhava. O resultado saiu somente no dia 03 de abril e, no dia 04, ela faleceu. Ela foi enterrada no mesmo dia, sem velório e com a família mantendo a distância de pelo menos 20 metros do caixão lacrado e sem vidro.

De forma emotiva, o governador complementa que estão a disposição milhares de profissionais “expostos a riscos, longe de seus familiares, pensando em ajudar a quem precisa. Cumprindo um juramento de salvar vidas”. E finaliza, “fiquem em casa. Pensem e respeitem o próximo. Só vamos vencer este momento se estivermos juntos”.

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