crianças desaparecidas em portugal
Crédito: Freepik
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A cada 6 horas, uma criança desaparece em Portugal

O país está em alerta com o índice de quatro crianças desaparecidas pro dia

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Crianças desaparecidas são um problema para o Estado e para os próprios pais, por ser uma grande fonte de preocupação. Afinal, não há pistas sobre o paradeiro do pequeno, o que torna o seu futuro incerto e abre diversas possibilidades negativas. Isso tudo, simplesmente por deixar o abrigo e proteção exercida pelos responsáveis.

Acontece que em Portugal, cada vez mais crianças desaparecem de casa, sem deixar paradeiro ou outras informações. Claro que isso está gerando uma grande preocupação entre os pais portugueses. É importante conhecer as causas, para auxiliar no controle.

Crianças desaparecidas: um problema antigo

Embora já ocorresse antes, com diversas raízes históricas, o desaparecimento de crianças nunca levou tanta notoriedade quanto nesse momento. Acontece que, em Portugal, há uma criança considerada desaparecida a cada seis horas, o que contabiliza quatro por dia. Uma quantidade absurda, com pais preocupados e polícia atenta.

Se for se aprofundar sobre esse número, ele se converte para 1.400 por ano e 7 mil em cinco anos! Uma quantidade absurda, quando se trata de um país cuja taxa de violência é mínima e se tem qualidade de vida. Então, qual seria a causa para tantas crianças desaparecidas?

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Simples e estranha, a resposta é que elas estão fugindo de casa! Quem foge, quer deixar sua casa ou instituições de ensino, principalmente as integrais, como os internatos. Esse ambiente pode ser muito desagradável para a maioria das crianças, já que crescem afastadas dos pais e com suas liberdades cerceadas a um grau muito alto.

Outra causa são os sequestros e os abusos de menores de idades, dois problemas que assolam diversos países ao redor do mundo. Porém, essa é a causa menos relevante no caso de Portugal.

Causas

O sumiço é feito por conta própria, devido a diversas ocasiões que possam ocorrer. Isso pode se dar tanto por insatisfações, conflitos ou até mesmo em festas ou eventos semelhantes, em que a pessoa se perde e é tida como desaparecida.

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É necessário que se analise essa situação com cuidado, já que apenas 10 dos 1.400 sumiços anuais estão relacionados com crimes. Afinal, esse dado demonstra uma relação disfuncional dentro do próprio lar ou a imaturidade da criança ou adolescente, o que pode indicar um comportamento excessivamente mimado.

No caso de ser uma criança mimada que tenha saído por uma irritação desnecessária que tenha tomado maiores proporções, é importante que se estabeleça limites para ela. Assim, fortalece-se a comunicação e enrijece-se o método de tratamento de problemas, com a apresentação de estímulos aversivos, como a bronca.

Se o caso for uma relação disfuncional, deve se ter cuidado com uma série de fatores, examinando se há controle excessivo por parte dos pais, comunicação clara, excesso de elementos punitivos e até mesmo manipulação nas relações. Em casos mais severos, pode-se procurar um psicólogo que atenda a uma família: o terapeuta familiar. Para isso, escolha um profissional capacitado pelo Conselho de Psicologia do seu país.

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