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A falta de amor é a maior de todas as pobrezas

Veja o que Madre Teresa de Calcutá pensava sobre a falta de amor
a falta de amor é a maior de todas as pobrezas
Crédito: Unsplash

Madre Teresa de Calcutá, um dos maiores ícones de amor e compaixão da história da humanidade, dizia que a falta de amor é a maior de todas as pobrezas. Declarada santa da igreja católica em 2016, para ela era triste a ideia de uma vida sem amor, com o coração pesaroso.

Onde está seu coração no momento de angústia? Você concorda que a falta de amor é a maior de todas as pobrezas? Quando se começa a olhar o mundo à sua volta como parte de você, nunca se estará só.

Sabendo disso, lembre que o ego, que te dá uma falsa impressão de separação do mundo, pode ser uma armadilha perigosa. O orgulho, oriundo do ego exaltado, é pegajoso, não permite que ar entre em seus pulmões e o amor em seu coração.

Há amor em tudo e tudo é amor, basta ter olhos para ver.

De acordo com a bíblia, em 1 Corintios 13, o amor nunca falha, é paciente e perfeito. Leia o trecho:

a falta de amor corintios
Crédito: Vamos Falar de Deus?

Se o amor é a base da vida, então a falta de amor é a maior de todas as pobrezas.

Porque falta de amor é a maior de todas as pobrezas?

O que é o amor? Amor não é paixão, não é apego. O amor, de acordo com Madre Teresa, não julga, pois “quem julga as pessoas, não tem tempo para amá-las”.

Para a santa, “é fácil amar os que estão longe, mas nem sempre é fácil amar os que vivem ao nosso lado”. Isso acontece porque estamos demasiadamente envolvidos em nosso ego, em busca do pagamento do amor.

Sim, é um termo pesado, mas real. Quantas vezes você deixou de fazer algo por alguém só porque acredita que ela não faria (ou não fez) o mesmo por você? Seria você a medida mestre de todas as coisas? Com esse raciocínio, você estaria sendo pobre, porque a falta de amor é a maior de todas as pobrezas.

O amor é gratuito e não espera retorno. Como disse Madre Teresa, “não darias banho a um leproso nem por um milhão de dólares? Eu também não. Só por amor se pode dar banho a um leproso”.

E assim é a vida. O amor é gratuito e ele, por si só, já é capaz de encher seu coração de júbilo.

Madre Teresa de Calcutá e a lamparina suja

Contam uma história sobre a santa, de uma das inúmeras visitas que fez em sua vida.

Conhecido em sua vila, havia um senhor bem velhinho, que há tempos havia desistido da vida, apesar da vida que ainda havia nele. A Madre resolveu lhe fazer uma visita e com o coração cheio de amor, começou a fazer a limpeza em sua casa.

O homem não a queria lá, pedia para que deixasse como estava, mas a santa sabia em seu coração o que deveria ser feito.

Entre pilhas de papéis antigos e pratos usados, ela encontrou uma lamparina bem suja, enferrujada e com crostas de gordura, que indicavam a falta de uso, há um bom tempo. Questionado, o senhor disse que deixasse a lamparina quieta, pois ele não precisava de luz, já que ninguém mais o visitava.

Madre Teresa não deu ouvidos novamente e começou a limpar a lamparina, deixando-a brilhante novamente. Ao ir anoitecer, com a casa já toda limpa, ela acendeu a lamparina, sorriu e se foi.

Muito tempo se passou, até que um dia ela recebeu a seguinte mensagem: “contem à minha amiga que a luz que ela acendeu em minha vida continua brilhando”.

Emocionada, Madre Teresa orou e agradeceu. Seja a luz também.

Pratique 5 orações para afastar o mal.

Sobre Madre Teresa de Calcutá

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Crédito: Wikimedia Commons

Agnes Gonxha Bojaxhiu nasceu na Macedônia, em um lar católico, entrando para a vida religiosa em 1928, em Dublin, na Irlanda.

Em 1931, Agnes fez seus votos de obediência à igreja e tornou-se Madre Teresa. Em 1937, ela partiu para Calcutá, se tornando professora para escolas particulares. Foi em 1946 que ela ouviu o seu chamado e abriu mão de tudo, para viver entre os mais necessitados.

Recebeu a nacionalidade indiana e passou a se vestir com sari branco e debruns azuis, carregando em seu peito a cruz e seus votos. Ela conheceu toda a Índia e fundou diversas congregações por lá, ajudando os mais necessitados e doentes, recebendo, em 1979, o Nobel da Paz.

Madre Teresa de Calcutá faleceu aos 87 anos, com problemas no coração, logo seu bem mais valioso. Era com toda a força dele que ela espalhava pelo mundo a verdade de que a falta de amor é a maior de todas as pobrezas.

No dia 04 de setembro de 2016,  a amada Madre Teresa de Calcutá foi canonizada diante de mais de 100 mil fiéis, na praça São Pedro, no Vaticano, pelo Papa Francisco.

De acordo com as palavras da Santa Teresa, “o que eu faço é uma gota no meio de um oceano, mas sem ela, o oceano será menor”.

E assim, ela transformou seca em mares de amor, doação e bondade.

E sua mensagem de amor se propaga até os dias de hoje, sendo ele a maior riqueza que qualquer pessoa pode possuir.

Redigido por Angela Oliveira

Mãe de três, esposa em treinamento há mais de duas décadas, nerd assumida e karateca por paixão. Ama escrever e procura sempre as melhores informações para compartilhar e deixar seu dia a dia mais leve, simples e gostoso.

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