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Unicórnios existiram na Terra há 29 mil anos

Pesquisa mostra que unicórnios existiram de verdade e conviveram com seus antepassados
unicórnios existiram na terra
Crédito: Wikimedia Commons

A imagem que as pessoas têm de um unicórnio é que ele é um cavalo alado com um chifre na testa e que é uma criatura mágica (ou que tem poderes mágicos). Infelizmente, essas características não estão de acordo com a realidade. Apesar disso, já se pode afirmar cientificamente que os unicórnios existiram no passado e até conviveram com os seres humanos.

Conheça os unicórnios reais

No ano de 2016, um grupo de paleontólogos e pesquisadores russos fizeram uma pesquisa e encontraram um fóssil de unicórnio no Cazaquistão, na região de Pavlodar. Segundo os pesquisadores, o fóssil de unicórnio encontrado teria data de cerca de 29 mil anos e características claras da vivência nesse país.

Considerando a data que foi associada ao fóssil, já se pode afirmar que os unicórnios viveram na mesma época que os humanos e é muito provável que os seres humanos tenham convivido diretamente com estes animais. É possível também que os humanos tenham caçado os unicórnios.

unicórnios existiram há 29 mil anos
Crédito: Hypeness

A imagem associada ao unicórnio no mundo contemporâneo não se assemelha em nada com a imagem real do unicórnio. Paleontólogos fizeram a recriação do animal seguindo as características do fóssil e as pesquisas feitas. O resultado que os paleontólogos chegaram foi um animal com 2 metros de altura, 4,5 metros de comprimento e com peso de cerca de 4 toneladas, peludo e com um chifre longo e esbelto.

As características do seu chifre eram uma base maior e mais larga junto à testa e uma ponta mais fina e afiada. O fóssil encontrado foi classificado como macho, mas não há indícios de como foi a morte do animal. Uma característica curiosa é que os pesquisadores acreditam que o unicórnio era um animal herbívoro, ou seja, que se alimentava apenas com alimentos de origem vegetal.

conheça os unicórnios reais
Crédito: Wikimedia Commons

A descoberta do fóssil causou uma grande alteração no mundo dos paleontólogos. Antes, se acreditava que os unicórnios, ou cientificamente chamados Elasmotherium sibiricum, tinham sido extintos há pelo menos 350 mil anos. Depois da descoberta do fóssil de cerca de 29 mil anos, os pesquisadores afirmam que, por conta do isolamento da espécie causado pela temperatura baixa entre regiões no país, não haviam encontrado, até a ocasião, fósseis mais recentes.

Os pesquisadores agora estudam os motivos e possibilidades que podem existir com essa descoberta. Um dos próximos passos listados na pesquisa é sobre a relação dos fatores ambientais e migratórios com a extinção do unicórnio siberiano. Eles também querem tentar compreender estas mudanças para aplicar os conhecimentos para a sobrevivência humana.

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