Homem cumpre promessa feita há quase 30 anos e divide loteria com amigo
Crédito: Wisconsin Lottery
em

Homem cumpre promessa feita há quase 30 anos e divide loteria com amigo

Ele dividiu o prêmio com o amigo, mesmo depois de tantos anos

Muitas pessoas falam — talvez na brincadeira — que se ganharem na loteria, vão dividir o prêmio com alguém. Mas será que realmente alguém vai fazer isso, se acontecer? Para esse homem, uma promessa é algo muito sério, então, mesmo depois de quase 30 anos que foi feita, ele cumpriu sua palavra.

Amigos dividem dinheiro da loteria

Tom Cook e seu amigo, Joe Feeney, fizeram um acordo em 1992: se algum deles ganhasse algum dinheiro no bilhete do jackpot da Powerball, dividiriam o valor. Deram um aperto de mãos e passaram a comprar periodicamente uma cartela, para, quem sabe, ganhar algum trocadinho. O que não imaginavam é que ambos ficariam milionários depois de 28 anos de espera.

Foi Tom quem comprou o bilhete premiado, e seu coração quase congelou quando viu que seu sonho tinha se realizado. E não foi qualquer valor. Ele tirou a sorte grande e ganhou o prêmio de 22 milhões de dólares, o que equivale a cerca de 120 milhões de reais! E o que ele fez? Claro que dividiu o prêmio com Joe, afinal, eles fizeram um acordo.

Depois de pagar os impostos, cada um ficou com cerca de 6 milhões de dólares (cerca de 32 milhões de reais). O que fizeram então? Pediram a dispensa do trabalho, pois já estavam na época de se aposentar e passaram a curtir melhor a família. Além de planejarem algumas viagens juntos, eles não têm grandes planos para o dinheiro.

Certamente Tom é um exemplo de como a palavra vale mais do que qualquer dinheiro. Ele chegou a dizer em uma entrevista que “um aperto de mão, é um aperto de mão“, ou seja, promessa feita é promessa cumprida. Parece que não há melhor forma para começar a aposentadoria, certo? Bolso cheio e consciência levinha…

criação filha romário

“Tem que ser tratada como se não tivesse deficiência”: Romário explica a criação da filha Ivy

história do padre sem sobrenome

Padre de Curitiba relata como é viver sem sobrenome há 65 anos