valdir porteiro faz crochê
Crédito: Divulgação
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Porteiro rompe preconceito e aprende a fazer crochê

Fazer crochê é uma arte para pessoas de todas as idades e gêneros

Apesar de tantas histórias comprovando que homem não deixa de ser homem por fazer crochê, ainda existe muito preconceito. Mas são pessoas como o porteiro Valdir Miranda da Silva, de 48 anos, que ajudam a romper esse preconceito com muito orgulho.

Valdir trabalha há 25 anos na portaria da empresa Círculo S/A, localizada na cidade de Gaspar/SC. A Círculo é uma empresa com mais de 80 anos de existência, que produz fios para artes manuais e distribui em todo o Brasil e também para fora.

Além da produção dos fios, a empresa realiza diversos workshops para a comunidade e para os colaboradores que desejam aprender a fazer crochê, tricô e artes manuais derivadas. Valdir tinha vontade de aprender, mas o preconceito enraizado na sua mente o impedia. Porém, ele resolveu romper essa barreira.

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“Sempre tive vontade de aprender, mas tinha receio por ser homem, porém algumas amigas me incentivaram”, revela. Então, Valdir aprender seus primeiros pontos no crochê por meio de cursos oferecidos pela Círculo S/A, dentro da empresa.

Depois que deu o primeiro passo, Valdir não quis mais saber de parar, pois o orgulho tomou conta da alma.

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“Me senti muito orgulhoso quando terminei a minha primeira peça, até porque não sabia que seria capaz de fazer um trabalho interessante. Já fiz vários itens para presentear familiares e também para decorar a minha casa, e estou com diversas encomendas de toucas para amigos e pessoas da família. Meu próximo desafio é confeccionar um jogo de banheiro”.

E o melhor de tudo é que Valdir sempre teve o apoio do pessoal do trabalho, da família e dos amigos. Esse fator do encorajamento é essencial para incentivar uma pessoa a realizar aquilo que deseja e se tornar cada vez mais habilidosa.

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“Minha família me apoiou desde o início nesse novo aprendizado. E até meu filho mais novo, que tem 15 anos, está aprendendo a fazer. Eu já ensinei outra pessoa a fazer crochê e ela já sabe tecer várias peças. Eu sempre incentivo as pessoas a fazerem crochê, porque acredito que é um trabalho gratificante”, afirma.

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