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Crédito: Reprodução Folha Norte SC
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Menina pede cura da psoríase em cartinha para o Papai Noel

Ághata não esqueceu da sua irmã — sua única amiga — e pediu também uma boneca para ela

Chega a época de Natal e a criançada ainda se anima para escrever as cartinhas para o Papai Noel. Nelas, você encontra vários pedidos, como carrinhos, bonecas, jogos e até celulares. Porém, às vezes tem aquela cartinha especial, que toca o coração de quem lê. É o caso dessa menina, que pediu para o bom velhinho, a cura para sua doença.

Uma cartinha emocionante para o Papai Noel

Ághata é uma menina linda de apenas 12 aninhos e, mesmo tão jovem, já passou por muita coisa na vida. O problema não é a sua origem humilde, em que o pai tenta sustentar a ela e os 4 irmãos com os bicos que faz. Também não é o fato de sua mãe não estar conseguindo um emprego. Ou os vários dias em que a refeição principal não passa de arroz e feijão.

Ela tem uma doença inflamatória crônica, que não é contagiosa, chamada de psoríase. Por causa disso, seu corpo sempre tem bolhas e feridas, deixando marcas depois de cicatrizar. Seu corpo já tem 95% da sua área coberta por manchinhas brancas, a incomodam muito.

Isso porque seus colegas de escola não têm informação sobre a doença ou empatia suficiente, chamando-a de sarnenta e fazendo “brincadeiras” de fugir dela. Claro que Ághata fica arrasada, mas pelo menos ela tem sua irmã em casa para brincar, para quem também pediu um presente na cartinha – uma boneca.

A coisa é tão séria, que antes do distanciamento social, ela chegou a faltar 90 dias a escola. Isso fez com que uma assistente social fosse até sua casa para ver o que estava acontecendo. Além disso, ela não sai de casa sem casaco, calça comprida e tênis. Infelizmente, isso não evita os olhares de vizinhos e pessoas sem informação ou discernimento.

Tratamento e apoio

O tratamento para a psoríase teria um custo mensal de R$ 1.800 por mês, com medicamentos que amenizariam o problema. Como você sabe, a psoríase, além de não contagiosa, é incurável. Outro fator que traz muito sofrimento para a família é o fato de que eles teriam que investir muito mais em alimentação, principalmente carne.

Depois de pagar por consultas particulares e ver que seria impossível fazer o tratamento, a família está tentando atendimento pelo SUS. Porém, as consultas ainda não aconteceram. Enquanto isso, Ághata desabafa com sua mãe: “por que comigo, mãe? Por que só comigo?“. Já que o Estado não está fazendo a sua parte, a população está ajudando com uma vaquinha, na esperança de realizar esse lindo e triste desejo de Natal.

Com informações de Folha Norte SC

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