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A história do pai que entregou o filho para a polícia depois de descobrir estupro

Fazer a coisa certa pode doer, mas é assim que um pai ensina ao filho a ter caráter

Não é fácil para um pai tomar a decisão de colocar o filho atrás das grades. Mas, se ele quiser honrar com seus princípios morais e ser um bom exemplo ao filho, é isso que deve fazer. E foi assim que Jonathan Evas, de 47 anos, fez.

Um dia, Jonathan viu no celular do filho, Jack Evans, de 18 anos, uma mensagem de desculpas enviada a uma garota. As desculpas eram por ele tê-la forçado a praticar sexo, e isso sem dúvida é caracterizado como estupro.

Então, mesmo muito preocupado e triste, o pai e a madrasta de Jack decidiram que o garoto precisava assumir a culpa por seu ato e se entregar à polícia.

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A mensagem de Jack à garota foi enviada dois meses após o estupro. Como a vítima não denunciou, ele pensava ter passado ileso pelo crime. Certamente, não esperava que sua vida tomaria outro rumo, muito menos que a própria família o incentivasse a confessar e fazer o que era certo. Afinal, mesmo que estivesse arrependido de verdade, pedir desculpas não é o bastante.

Mais tarde, em entrevista ao jornal Mirror, o pai do garoto disse: “eu faria a mesma coisa de novo, teria que fazê-lo, porque essa é minha posição moral, é doloroso, mas está certo. Você não pode continuar com sua vida se vive sob uma mentira, por mais que isso doa, é a coisa certa a fazer”.

Na ocasião, Jonathan e a esposa levaram Jack até a delegacia e lá ele confessou o crime. A polícia rastreou a vítima, que foi chamada para dar depoimento. Ela disse que era virgem e que passou a se sentir sem valor a partir daquele dia, incapaz de confiar nos homens novamente.

Na mesma entrevista, o pai ainda afirmou: “eu queria que ele dissesse a verdade, ele tinha que fazer a coisa certa e admitir sua culpa. Tem sido difícil para todos nós e causou muitos argumentos. Eu disse a ele que a melhor coisa para ele é mostrar a todos que você está fazendo o possível para corrigir o que aconteceu. Foi um choque para o sistema para ele. Espero que esteja na prisão lhe dê tempo para refletir”.

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Jack Evans, de Pontypool, Gales do Sul, foi preso por dois anos e ordenado a se registrar como agressor sexual. No tribunal, apenas a mãe de Jack estava presente por causa das regras de distanciamento social. Após a sentença, o jovem disse que a amava e então foi mandado para a prisão.

A defesa de Jack havia pedido uma sentença suspensa por causa das “circunstâncias excepcionais”, já que é raro alguém admitir um crime como esse sem que houvesse queixa da vítima.

Mas a juíza Tracey Lloyd-Clarke não concedeu. Disse que havia elementos agravantes e que Jack tinha que ser recluso do convívio social.

Ele foi enviado a um Instituto de Jovens Ofensores por dois anos, depois de receber desconto por sua idade e sua declaração de culpa.

Seu pai Jonathan quer que ele se junte à sua empresa de engenharia de software depois que sua sentença terminar.

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