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Pai de cinco adota mais 4 e luta pelo 10º filho

Uanderson é enfermeiro e adotou seu primeiro filho em 2012

Crédito: Facebook Uanderson Barreto

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Nos dias de hoje, ter muitos filhos tornou-se muito incomum. Porém, uma história que voltou a ser repercutida essa semana chama a atenção. Conheça a história de Uanderson Barreto, um enfermeiro que adotou cinco filhos adolescentes, depois mais quatro e agora luta para conseguir a guarda do seu 10º filho.

Conheça Uanderson

Ano passado, o “pai de nove” teve a atenção dos holofotes quando decidiu adotar 5 filhos adolescentes. Esta semana, ele voltou a ser notícia, pois acabou por adotar mais 4, e está na luta pela guarda de seu 10º filho.

O primeiro filho a chegar em casa foi João, em 2012. João tinha um irmão, Daniel, que tem um retardo mental grave. Ao saber disso, Uanderson confessa: “me senti muito mal de tê-lo deixado lá. Voltei e adotei ele também”. Foi assim que ele percebeu que sua família iria aumentar cada vez mais.

Depois dos irmãos, Uanderson adotou mais um menino, Alexandre. Ele conta: “depois de uns meses, recebi uma ligação de um outro abrigo [dizendo] que um dos irmãos dos meninos estava fazendo aniversário e se eu podia ir até lá para eles se encontrarem. Fui e me sensibilizei muito por ele estar lá sozinho. Também dei entrada na adoção dele e o trouxe para casa”.

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A história continua e a saga das adoções também. No fim do mesmo ano em que adotou Alexandre, Uanderson trouxe Pedro para ficar em sua casa, como um lar de acolhimento. Meses depois, o menino também ganhou um pai. Uanderson comenta que quando tornou-se pai de cinco filho, percebeu que “hoje formamos a família mais feliz do mundo”.

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No ano de 2018, Uanderson se tornou coordenador de um abrigo de crianças e adolescentes em São Francisco de Itabapoana (RJ). Neste abrigo, ele conheceu Jocilan, que tinha 13 anos. Ela tornou-se a 6ª filha de Uanderson.

No mesmo ano, Marcos foi encontrado em um abrigo. Uanderson também se encantou com o menino. Ele explica que “ele é o único que veio sozinho, não tem nenhum núcleo biológico na minha casa. Ele é um amor. Ele fez cursinho de informática no abrigo e me pediu, pelo Messenger, para que eu fosse pai dele. Ele era amigo dos meus filhos no abrigo e me dizia: ‘tio, por favor, seja meu pai! Você é a única pessoa que adota crianças grandes, da nossa idade. Eu já estou lá há muito tempo!’”.

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Na época da adoção de Marcos, Uanderson descobriu que o rapaz tinha duas irmãs. Luciara e Vitória, 18 e 13 anos, respectivamente. Uanderson adotou os três irmãos. A questão é que esses três irmãos ainda têm mais um irmão caçula, que tem paralisia cerebral. Uanderson quer adotar o menino também, porém para isso precisa fazer adaptações em sua casa, já que o menino usa cadeira de rodas.

Enquanto o pedido de adoção está em andamento, Uanderson pretende já começar essas mudanças. A família, que vive em uma casa com dois quartos em Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro, se sustenta com o salário de Uanderson. Eles também contam com a ajuda da avó no que se trata dos afazeres domésticos. Uanderson ainda conta: “a gente não vive uma vida de folga, de luxo. A gente vive um pouco apertado, mas dá para gente viver”.

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