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Ser a ovelha negra da família tem um lado positivo

Quem disse que ser a ovelha negra da família precisa ser ruim? As diferenças existem porque a vida fica melhor assim.
ovelha negra da família
Crédito: freepik.com

Ser a ovelha negra da família nada mais é do que pensar, sentir e agir fora dos padrões do círculo familiar. A parte do agir nem sempre acontece, porque muitas ovelhas negras se sentem excluídas. Mas mesmo assim não conseguem ser elas mesmas e acabam por ficar reprimidas e infelizes.

Então, existem os dois lados: de quem não está nem aí e consegue lidar numa boa com o fato de ser diferente dos demais. E aqueles que se deixam abater pelo julgamento dos familiares, que não conseguem aceitar as diferenças.

Como é ser a ovelha negra da família?

Normalmente, quem é a ovelha negra livre, compreende que o problema não está nela, mas sim, nos outros, que têm dificuldade de aceitar as diferenças. Então, assim que tem idade para assumir o controle da própria vida, se permite desapegar um pouco daqueles que não combinam com seu jeito para desbravar o mundo e encontrar um lugar aonde se encaixe.

A ovelha negra presa é aquela que não se permite “saltitar no pasto”, porque sabe que está sendo observada pelo resto do rebanho e se incomoda com isso a ponto de preferir ficar no cantinho dela. Esses casos podem ser perigosos para a saúde, pois uma pessoa que não conhece a liberdade de ser ela mesma, não floresce e acaba murchando para a vida.

Então, ser a ovelha negra da família pode ser muito bom ou muito ruim. Vai depender do apoio ou da rejeição familiar.

Quais são as atitudes de uma ovelha negra da família?

O termo ovelha negra é usado para identificar os rebeldes. Porque, se formos considerar só o Brasil como exemplo, apesar da grande diversidade de estilos de vida que existem, a maioria das famílias ainda é conservadora: preza pela moral e os bons costumes herdados da sociedade antiga.

Então, tendo em conta esses tipos de valores, a ovelha negra pode ser:

  • Aquele que não participa do grupo da família no WhatsApp, porque não curte as imagens de “bom dia!”;
  • Quem deixa escapar palavrões na frente das visitas;
  • Quem não faz planos de terminar a faculdade, ter um emprego seguro, casar, ter filhos e se aposentar;
  • Quem não força ser sociável com quem o “santo não bate”;
  • Quem cresceu ouvindo – ou ainda ouve – que esse jeito estranho é só uma fase;
  • Quem tem um gosto musical e se veste totalmente avesso ao restante da família;
  • Quem sempre encontra um jeito diferente de fazer algo que todos fazem igual.

Ser uma ovelha negra é ter milhões de oportunidades diante dos seus olhos, pois só quem arrisca a sair dos padrões conhece o mundo de verdade. As ovelhas negras costumam ter mais empatia pelas pessoas, são mais adaptáveis às mudanças da vida, mais corajosas e ousadas.

Porém, não quer dizer que quem vive dentro dos padrões está errado e é infeliz. Como tudo na vida é uma questão de perspectiva e cada um tem o direito de ter a opinião que quiser. Por isso, a melhor forma de lidar com as diferenças é sabendo respeitar os outros.

Como respeitar as diferenças entre as pessoas?

Os maiores conflitos que existem na humanidade acontecem porque as pessoas não sabem respeitar as diferenças. O que ocorre é que antes de olhar para o outro como diferente, costumamos olhar como inferior.

E isso ocorre quando nos sentimos ameaçados ou confrontados pelo que nos tira da nossa zona de conforto. Porém, essa é uma atitude bastante arrogante, considerando que cada ser humano é único.

Se ao invés de olhar para o outro com o julgamento de que ele está errado, só porque não age da forma que você considera certo ou porque tem uma aparência que te desagrada, você puder enxergá-lo como uma oportunidade de aprender algo novo e se permitir conhecer quem ele realmente é, aí sim estará agindo com respeito!

Não quer dizer que você precise mudar sua opinião ao ouvir o que o outro pensa. Apenas, deixe-o viver a verdade dele enquanto você continua vivendo a sua, pois não existe certo e errado: existe o diferente.

Se as diferenças não existissem, o mundo não teria graça. Além disso, as diferenças servem para impedir que fiquemos acomodados e paremos de evoluir.

Assista ao vídeo abaixo e perceba como todos somos capazes de respeitar as diferenças antes que nossos olhos possam enviar ao nosso cérebro o gatilho do preconceito:

Redigido por Priscilla Riscarolli

Graduada em Comunicação Social, decidiu trocar as campanhas publicitárias pela produção de conteúdo para inspirar as pessoas a enriquecerem suas vidas com mais informação, bem-estar e criatividade.

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