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Crédito: Freepik
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Empresa sueca lança microchip para gravar o passaporte vacinal

Esta é apenas uma das informações que os microchips podem guardar, trazendo muita praticidade à rotina

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Quando se fala em microchip, muitas pessoas ficam com medo de serem totalmente controladas pelas gigantes da indústria ou pelo governo ao aceitarem ter um microchip injetado por baixo da pele.

Mas, existe um outro lado muito positivo no uso dessa tecnologia que, quando estiver bem acessível, certamente vai fazer você repensar sobre o preconceito.

Empresa lança microchip para facilitar leitura do passaporte vacinal

O microchip já é utilizado para muita coisa, e agora surgiu uma novidade por parte da companhia sueca Epicenter, empresa especializada em microchips subdermais, injetados por baixo da pele de seus clientes.

Devido à situação atual da pandemia e da necessidade de vacinações para evitar casos graves do coronavírus, a ideia da empresa é que seus microchips armazenem as informações de vacinação das pessoas, facilitando seu acesso aos lugares que exigem apresentação de passaporte vacinal.

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Se você não estiver com um comprovativo em papel ou com o seu celular em mãos, por exemplo, basta apresentar a parte do corpo onde o chip está implantado.

O microchip pode ser “lido” por qualquer aparelho eletrônico com a chamada Comunicação de Campo Próximo (NFC), a mesma já usada para fazer pagamentos por aproximação, em que apenas aproximando o cartão ou celular de uma máquina o dinheiro já é debitado.

Segundo Hannes Sjoblad, diretor da empresa Epicenter, “implantes são uma tecnologia muito versátil que pode ser usada para diversas coisas, e é muito conveniente que, agora, possamos ter nosso passaporte de vacina da covid sempre acessível”.

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Mais do que informações sobre vacinação

Esses microchips são uma revolução e já é possível comprovar sua eficiência. Um exemplo é o uso dessa tecnologia em animais, como cães e gatos, que já acontece em países como Portugal.

No país, ao encontrar um animal na rua, você pode levá-lo ao veterinário para que seja feita a leitura do chip implantado por baixo da pele. Assim, é possível saber informações como nome, se está vacinado, onde mora, quem são os tutores e outras informações importantes.

No caso do microchip lançado pela empresa sueca, também é possível adicionar mais informações do que apenas o passaporte vacinal. Por exemplo, podem ser armazenados documentos de identidade, passes de ônibus, carteirinhas de acesso a academias, escolas e outros.

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É seguro?

Essa é uma questão que não podemos garantir. Mas, certamente, ao ter um dispositivo com informações pessoais implantado no seu corpo, você terá que assinar um documento onde estarão descritas as funções do dispositivo e como seus dados ficam protegidos de qualquer tipo de fraude.

Além do mais, se fizer e depois quiser desistir, o procedimento é reversível. De acordo com o pesquisador Moa Petersen, da Universidade de Lund, na Suécia, os chips podem ser implantados no braço ou entre o dedão e o indicador, e cerca de 6 mil pessoas no país já estão usando.

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