mãe processa sogra
Crédito: Freepik
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Mãe processa a sogra por ter filmado seu parto sem autorização

O trabalho de parto durou mais do que o esperado pela família e mãe teve que tomar uma decisão séria

Imagine ficar 24 horas sentindo dor, em trabalho de parto e ter sua sogra te apressando? Para piorar, ela ainda filma o parto – detalhadamente – sem sua autorização e mostra para a família! Pois foi o que aconteceu com essa família. Veja o que houve depois.

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Sogra filma o parto sem autorização

Chega o grande dia e o trabalho de parto começa. Porém, como muitos outros, não foi assim tão simples, deixando a mãe por 24 horas sem poder beber água direito, nem comer. Contrações cada vez mais frequentes e muito cansaço, como era de se esperar. Porém, ter a família ao lado pode ser um grande alívio, certo? Nem sempre…

Para sua infelicidade, sua sogra não estava tão paciente quanto o bebê e queria que tudo acontecesse logo. Quando ela tinha mais de 20 horas de trabalho de parto, ela chegou ao absurdo de pedir para ela andar logo! Claro que foi conduzida para fora, para descansar um pouquinho… infelizmente, ela voltou para o momento do nascimento.

A mãe estava no meio de uma contração daquelas quando a sogra entrou. Era seu primeiro parto e ela estava sem descansar, comer ou beber quase nada. Além disso, foi um parto sem anestesia, no qual o cansaço já estava deixando a pobre parturiente fora do ar. Seus sentidos já não estavam tão apurados e ela não percebeu o que estava por acontecer.

Se concentrou no parto e teve sua bebê, precisando de uma episiotomia – aquele corte feito entre a vagina e o ânus. Pois foi um choque quando ela descobriu que sua sogra tinha gravado absolutamente tudo! Ela simplesmente pegou o celular e filmou desde as contrações até o nascimento e o pior: também a sutura feita na episiotomia.

O que ela fez

Assim que viu que a sogra estava filmando, ela juntou o resto das suas forças e pediu veementemente para que ela apagasse. Nada contente, a sogra aceitou, dizendo que apagaria sem problemas. Mas não foi o que aconteceu. Semanas depois, ela foi visitar a sogra e levar o netinho, mas não imaginava o que estava para acontecer.

Chegando na casa, a viu mostrando essa mesma filmagem para toda a família, sendo que diversos parentes já a tinham visto. Pior, não somente a família, mas também amigos diversos, que nem eram tão próximos. Ela disse que era bobagem e que não apagaria, exigindo assim medidas mais severas.

A mãe teve que ir ao tribunal para ter sua privacidade garantida, com respeito à imagem e – finalmente – exclusão do vídeo. Além disso, a mãe não autorizou que a sogra chegasse perto dela ou da bebê novamente, gerando assim uma grande briga na família. Tudo isso porque ela queria fazer uma filmagem, que nem pertinente era.

Além da sogra, também o hospital foi penalizado, pois é sua a obrigação de garantir a privacidade da parturiente. Na sala de parto, é expressa a lei que regula a proteção à privacidade, direito de imagem e intimidade. Se não há autorização expressa da mãe, não pode filmar e pronto, mesmo que seja familiar.

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