Humoristas brasileiros que já sofreram ou ainda sofrem com depressão
Crédito: Reprodução Instagram
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Humoristas brasileiros que já sofreram ou ainda sofrem com depressão

A vida com depressão tem altos e baixos e nem todo mundo consegue superar as fases mais brutais

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Uma pessoa deprimida não fica séria e triste o tempo inteiro. Ao menos, não em todos os casos. Há muita gente que precisa se esforçar para levar uma vida normal, cumprindo com os compromissos e colocando um sorriso no rosto, mas que sofre com a depressão em seus altos e baixos. Inclusive, humoristas que vivem contando piadas podem esconder muito bem os sintomas dessa doença avassaladora.

Eduardo Sterblitch

Há anos que o humorista convive com a depressão e as crises que a doença traz, como de pânico, com episódios de medo de morrer.

“Sempre fui deprimido e lido há muito tempo com a depressão. Não tenho vergonha de ser triste. As pessoas são muito felizes e isso me deixa triste. Acho que estando triste você calcula mais. O ser humano lida mal com a dor, mas a dor não é ruim”, contou ele, em entrevista ao site O Fuxico, em 2018.

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Eduardo também disse que conseguiu encontrar uma terapia mais verdadeira há pouco tempo e, disso, está conseguindo extrair coisas boas para sua vida pessoal e profissional.

“Sou cristão e Deus mostrou que a dor é uma coisa comum. Sempre fui muito melancólico, bobo. Faço análise há muito tempo, mas a boa análise, na qual parei de mentir para mim mesmo, faço há um ano. Entregar-se à tristeza é perigoso. Ela tem que te ajudar. Reverti isso na minha criatividade”.

Whindersson Nunes

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Apesar de toda a fama e dinheiro, o humorista já tinha revelado, em 2019, que estava com depressão e que estava se tratando. Whindersson fez questão de ser sincero com os fãs, pois a depressão tem fases em que a pessoa simplesmente não consegue estar presente.

“Eu queria conversar com meus fãs das antigas… Tive que tomar muita coragem pra vir aqui. Apesar de tudo de bom que vem acontecendo comigo, com tudo que já conquistei, eu me sinto triste há alguns anos. Eu sinto uma angústia todos os dias. Tem algumas risadas, algumas brincadeiras e depois lá estou eu de novo com esse sentimento ruim”, desabafou ele no Twitter, à época.

Recentemente, Whindersson sofreu uma situação de tristeza profunda, que foi a perda do filho João Miguel, que nasceu prematuro aos cinco meses de gestação e não resistiu. Com o acontecido, o humorista se afastou das redes sociais por alguns dias e, quando reapareceu, seu semblante era de muita tristeza.

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Géssica Kayane

A comediante, conhecida por Gkay, precisou dar um tempo da vida nas redes sociais para se tratar da Síndrome de Burnout, que se manifesta quando a pessoa está sobrecarregada.

“Voltei, depois de tanto tempo sem aparecer aqui, e, claro, devo uma explicação a vocês. Eu precisava desse tempo, gente. Foi um mês que aconteceram muitas coisas, eu não estava bem, eu passei por vários problemas, eu acho que eu tive um processo de burnout, que é quando você dá uma pifada geral. Eu trabalho há mais de 4 anos com internet, eu nunca tinha dado uma pausa dessas, nunca tirei férias, nunca. Eu precisava desse tempo fora para cuidar de mim, cuidar da minha saúde mental, principalmente nesses tempos que a gente está vivendo agora, que são tempos muito difíceis”, desabafou.

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Chico Anysio

Antes de falecer, em 2012, o humorista revelou em uma entrevista sobre a depressão que enfrentava há tantos anos. “Eu tenho um psiquiatra há 24 anos. E se não fossem os remédios que a psiquiatria dá. Se não fosse isso, eu não teria conseguido fazer 20% do que eu fiz”.

Heloísa Périssé

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Em 2018, quando a atriz participou do programa Conversa com Bial, revelou que começou a tomar remédio controlado depois de ter sido diagnosticada com depressão.

“Não estou medicada, eu sou. Acho que é impossível não ser. Não tenho problemas com isso. Nós somos química. Existe uma química dentro do nosso corpo que se desequilibra, você tem que equilibrar. É normal”, explicou.

Fausto Fanti

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Quem acompanhava o programa Hermes e Renato, fundado em 1990, que foi ao ar na MTV a partir de 1999, se lembra de Fausto Fanti. Apesar de parecer estar sempre fazendo palhaçadas para todo mundo rir, o ator sofria com a depressão.

Em 30 de julho de 2014, aos 35 anos, Fausto foi encontrado morto em seu apartamento em Perdizes, na Zona Oeste de São Paulo. Seu corpo foi encontrado por sua esposa e por dois amigos de infância e eles acreditam que a causa tenha sido a piora do quadro depressivo que ele estava passando desde a semana anterior.

Se você (ou alguém que você conhece) precisa de ajuda para tratar a depressão, procure ajuda de um psicólogo ou psiquiatra. Se precisa conversar urgentemente com alguém, ligue para o CVV no número 188, a linha de apoio emocional e de prevenção ao suicídio. Não ignore a sua saúde mental.

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