Felipe Simas se negou a ouvir fofoca da esposa
Crédito: Freepik
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Felipe Simas se negou a ouvir fofoca da esposa e internet criticou: até que ponto a fofoca é útil?

A fofoca é normalizada porque está enraizada na sociedade, mas quem é que gosta de ser vítima de fofocas?

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Em uma publicação no Instagram, a jornalista Mariana Uhlmann, esposa do ator Felipe Simas, compartilhou uma situação que ocorreu entre eles sobre fofoca. Na legenda da publicação, que tinha uma foto romântica do casal, ela escreveu:

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“Há um tempo atrás fui contar uma coisa pro Fi e ele disse no meio da história… ‘Isso que você vai me contar vai edificar a minha vida? Edificou a sua? Da nossa família?’. A resposta foi não continuar aquela normal ‘fofoca’… essa pergunta foi junto com o que buscamos hoje um divisor de águas na minha vida! O que sai da nossa boca edifica ou magoa?”

A reflexão de Mariana dividiu opiniões entre os internautas. Boa parte das pessoas defendeu que a fofoca edifica sim a vida e também o relacionamento. Se você não pode fofocar da vida dos outros com o seu parceiro, em quem mais vai confiar?

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São tantas as pessoas que retrucaram a posição de Felipe quanto a não querer ouvir uma “simples” fofoquinha, que levantou-se a questão: até que ponto a fofoca é útil para sua vida?

Fofocar é um hábito que diz muito sobre o seu caráter

Existe aquele ditado que diz: “quando você me fala de Pedro eu sei mais sobre você do que sobre Pedro”. Ou seja, quando você fala da vida de alguém, na ausência daquela pessoa, está demonstrando ao seu interlocutor que falaria mal dele pelas costas também. Sendo assim, você não é uma pessoa confiável.

Agora, existem ressalvas, pois tudo depende do conteúdo da fofoca e de quem você escolheu para contar essa fofoca. Por exemplo, se é apenas um comentário bobo para alguém com quem você tem intimidade, só para puxar um assunto e “contar uma novidade”, não há problema.

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Mas se a sua fofoca tiver a má intenção de mudar a opinião do seu interlocutor sobre a pessoa “vítima” da sua fofoca, é uma atitude mau caráter. Se você fala mal ou “opina” na vida dos outros para pessoas com quem não tem intimidade, também é uma atitude mau caráter.

Na dúvida, melhor não ter o hábito de fofocar

Em resumo, o que Felipe Simas disse para a esposa faz todo sentido. Precisa mesmo me contar isso? É relevante para nossa vida, vamos poder ajudar alguém de alguma forma se você me contar isso? Por mais que seja o seu parceiro ou sua melhor amiga, ainda é uma fofoca, um mau hábito que faz de você uma pessoa preocupada com o que não é da sua conta.

Ainda que a sua fofoca seja inocente e não vá ferir ninguém, nem será levada adiante porque você disse a uma pessoa em quem confia, o melhor mesmo é eliminar esse hábito da sua vida.

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Afinal, quando você faz uma coisa repetidas vezes, ela vira um hábito e passa a fazer parte da sua forma de se comportar e se relacionar com os outros.

É a mesma lógica de fazer a coisa certa mesmo quando ninguém está olhando. Você deve fazer isso só porque é o certo a se fazer e também porque, quando alguém estiver olhando, você não será “flagrado” fazendo o errado, já que seu cérebro não estará programado para isso.

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