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Em 2030, as pessoas não farão mais sexo

Entenda como um estudo recente chegou a essa conclusão e o que isso significa

Crédito: Freepik

Um estudo realizado por um estatístico da renomada Universidade de Cambridge, afirmou que os casais deixarão de ter relações sexuais a partir do ano de 2030, bem próximo por sinal. Será que ele está realmente certo?

De acordo com os dados da NATSAL, uma das maiores e mais detalhadas pesquisas científicas sobre sexualidade e estilo de vida no mundo, 15% dos homens e 34,2% das mulheres disseram não ter interesse em sexo. O resultado está associado às más condições de saúde, física e mental, bem como a expectativas normativas sobre sexo.

Esse mesmo estudo mostrou que parte dos pesquisados afirmou que o parceiro teve dificuldades na hora H, no último ano, bem como não se sentiam emocionalmente próximos. Não ter uma vinculação de preferências e interesses também mostrou ser um tanto desanimador para ambos os gêneros.

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Em 2030 as pessoas não farão mais sexo

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Crédito: Freepik

O estatístico David Spiegelhalter, da Universidade de Cambridge, analisou os dados do estudo NATSAL e chegou a uma conclusão alarmante: as pessoas irão parar de ter relações sexuais em pouco tempo.

Para ele, isso é fruto do uso abusivo da tecnologia, que está separando os casais, fazendo com que se interessem mais pelos estímulos mentais, sonoros e visuais de uma tela do que pelo próprio parceiro.

De acordo com suas pesquisas, no ano de 1990, a quantidade de relações sexuais de casais pesquisados era em média 5 vezes ao mês. Dez anos depois, caiu para 4, sendo apenas 3 episódios em 2010. Foi uma queda de quase metade em apenas 20 anos!

Seguindo uma lógica simples de estatística, chamada progressão, ele chegou à conclusão de que – se nada se modificar – no ano de 2030, a quantidade de relações sexuais iria alcançar o patamar absoluto de zero.

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Crédito: Freepik

Então, será o fim da humanidade? Como garantir a sobrevivência da espécie sem relações sexuais? Primeiro, lembre-se de que se trata de um estudo matemático, feito com base em uma amostragem, na Grã-Bretanha.

Outro ponto é que muitos foram os estudos científicos que comprovaram matematicamente desastres diversos, que se mostraram completamente equivocados. Veja alguns deles:

  • Trens-bala podem matar, pelo Dr. Dionysius Lardner.
  • Fim da energia nuclear, pelo Nobel de química, Ernest Rutherfod.
  • Não existe a possibilidade de haver cirurgia sem dor, pelo renomado médico Alfred-Armand-Louis-Marie Velpeau.
  • Corrente alternada nunca será viável, por Thomas Edison.
  • Raio-X não serve para nada, pelo criador da escala Kelvin, William Thomson Kelvin.
  • Nada mais pesado do que o ar pode de fato voar, também por Kelvin.

Muitos erros em previsões que, na época, pareciam acertadas. Mas o ser humano sempre consegue encontrar melhores formas para tudo. Quem sabe a sexualidade não esteja mais em debate, quebrando tabus e ficando até mais interessante do que a Netflix? Na dúvida, cada um deve fazer o seu melhor pela preservação da espécie no planeta.

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