Pode parecer incomum, mas existe um guia do século XV chamado Malleus Maleficarum, que contém informações de como encontrar e acabar com a bruxaria. Segundo essa espécie de manual da “caça às bruxas”, as bruxas alegadamente roubaram pênis, e ainda algumas mantinham-no em ninhos e lhe davam alimentos.
Durante Idade Média acreditava-se que as bruxas tinham poderes mágicos, que faziam os pênis desaparecerem. A bruxaria nesse período era crime e sempre era praticada por mulheres. Textos como o de Malleus Maleficarum escrito por Heinrich Kramer, foram responsáveis pela morte de muitas mulheres de forma terrível.
Conheça a história
Nesse guia são exibidos três estudos que dizem que bruxas alegadamente roubaram pênis, em dois deles são casos que eles sumiram de seus “donos”. Heinrich Kramer diz que “as bruxas podem tirar o órgão masculino” usando mágica, não os arrancando, mas sim os escondendo.
O último caso em que bruxas alegadamente roubaram pênis diz que elas supostamente mantinham os membros como animais de estimação e os alimentavam. Entenda mais no trecho do livro a seguir:

O autor ainda relata em seus textos a procura de um homem por seu pênis roubado. Segundo Kramer, o homem que está castrado chegou a uma bruxa e ao pedir a ela por seu pênis de volta, ela o fez subir em uma árvore.
Essa era uma “árvore especial”, pois continha um ninho com muitos membros. Lá, a bruxa permitiu que o homem pegasse qualquer um desejasse. Ele conclui que o tal homem não conseguiu nenhum, pois foi recusado ao tentar pegar o membro de um padre paroquial.

Essas árvores com pênis não eram incomuns durante a Idade Média, mas não eram encontradas em jardins e sim, na arte. Várias obras do século XIII ao século XVI possuem esta estranha árvore.
As imagens, um tanto explícitas, foram encontradas em diversas partes da Europa. Elas exibem mulheres interagindo com as árvores. Isso mostra que o mito das bruxas que roubavam pênis e os mantinham como animais de estimação, foi amplamente difundida na Europa e mantida por muitos séculos.
Fonte: Broadly

