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Adolescência do bebê: aprenda a lidar com essa fase

A rebeldia é a principal marca no comportamento dessa fase do desenvolvimento, e compreendê-la é o primeiro passo para o sucesso

Crédito: Freepik

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Desde que um bebê nasce, sua vida passa por diferentes etapas, e os pais precisam aprender a lidar com cada uma delas. Compreender as mudanças da criança é essencial para saber guiá-la pelo melhor caminho, tornando-a uma pessoa sempre mais independente e emocionalmente inteligente. Uma das fases mais complicadas de lidar é a adolescência do bebê, que tem esse nome por causa de algumas características semelhantes à adolescência do jovem.

O que é a fase da adolescência do bebê?

Crédito: Freepik

A adolescência do bebê ocorre na fase entre os 18 meses e 3 anos de idade. Essa é uma fase de grandes descobertas, com etapas do desenvolvimento que vão determinar fatores importantes sobre a personalidade da criança e o modo com que ela interpreta o mundo à sua volta.

Nessa fase ocorrem intensas alterações fisiológicas e a criança começa a se perceber como um indivíduo separado dos seus pais. Ela também percebe que tem vontades próprias. No entanto, não compreende que precisa seguir regras e que nem todos os seus desejos serão atendidos. Percebeu a semelhança com a adolescência juvenil?

Os sinais que a criança demonstra

Nessa fase, o bebê costuma negar boa parte do que lhe é oferecido, pode chorar mais do que o normal e sem um motivo real, toma suas primeiras decisões, que nem sempre são boas, e não consegue lidar com a frustração de algo que deu errado. Então, ele vai agir com raiva, tristeza e teimosia.

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Além disso, por conta das alterações fisiológicas, pode haver mudanças na qualidade do sono, do apetite, seletividade alimentar, agitação noturna, agressividade e atitude de oposição quando é contrariada.

Dicas de como lidar com a adolescência do bebê

Crédito: Freepik

Diferente de como deve ser com os adolescentes, não é apenas a conversa que vai resolver os problemas que a criança está enfrentando. Ela vai precisar de muita paciência, argumentos ao seu nível de compreensão e atitudes dos pais que estimulem o oposto da teimosia, da birra e do mau humor.

Então, compreendendo que essa é uma fase normal, inevitável e passageira, os pais devem ter muita paciência, pois é nessa fase que eles têm a oportunidade de influenciar na personalidade e no caráter do seu filho, através do exemplo e da resolução de problemas de forma simples e eficaz.

Além disso, oferecer amor é essencial. Por exemplo, quando a criança tiver uma crise de choro ou de birra, não adianta querer gritar com ela ou dar um sermão. Ela não está pronta para ouvir naquele momento. Muitas vezes, apenas um abraço reconfortante e alguns beijos já bastam.

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Outra atitude importante dos pais é dizer para a criança que eles entendem o que ela está sentindo. Muitas crianças acabam se tornando adultos desapontados com os pais, sentindo-se desvalorizados e com baixa autoestima porque ninguém dava importância aos sentimentos delas na infância.

Depois que a criança estiver mais calma, aí sim os pais devem conversar sobre o comportamento que ela teve, dizendo que foi errado, e como ela deve agir da próxima vez. Tudo isso, usando uma linguagem acessível, que a criança compreenda, sem se prolongar muito.

Ainda assim o comportamento rebelde pode surgir várias outras vezes, até que a fase da adolescência do bebê termine. Porém, quando terminar, a criança terá recebido toda a atenção e cuidado necessários para subir mais um degrau na sua evolução, e só aí os pais verão que fizeram um bom trabalho.

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Veja também: 5 coisas para não dizer aos filhos durante um ataque de birra

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