Sofrer um aborto espontâneo é muito difícil, agora imagine durante o distanciamento social! Conheça a história de algumas mulheres que passaram por isso, enquanto tinham que lidar com a quarentena e suas dores (físicas e na alma).
Abortos espontâneos na pandemia
Para muitas mulheres, esse é um momento delicado e incerto, pois não sabem como estará o mundo em que seus filhos irão nascer. Mas é ainda mais complicado para aquelas que perderam seus bebês durante a pandemia. Conheça algumas histórias reais.
Esperando pelo aborto, sozinha
Kourtney tem 26 anos e mora em Tennessee, nos EUA. Era sua primeira gestação e ela já estava com 9 semanas. Tinha feito um primeiro exame, mas preferiu adiar o pré-natal, para não se expor ao coronavírus. Quando ela foi para o que deveria ser o segundo exame de rotina, já inadiável, descobriu que o coração do seu bebê já não batia mais.
Distanciamento e curetagem
Já em casa, tentando distrair a mente em redes sociais, ela só via pessoas reclamando do tédio, homeoffice e que perderam viagens. De acordo com Rachael, “se você soubesse como é lamentar a perda de um bebê, de uma vida que nunca foi concretizada…”. Certamente uma reflexão que vale a pena fazer.
Aborto no dia do bloqueio da quarentena
Lucinda, de 36 anos, começou a sangrar exatamente no dia do bloqueio na Inglaterra. Ela estava grávida de 10 semanas e tem outro filho, de 3 anos. Ele estava muito animado com a chegada de um irmão e teve que receber a notícia da perda sem poder sair de casa ou se distrair. Além disso, de acordo com Lucinda, “agora tinha uma mãe que se escondia, chorava o tempo todo e não tinha paciência”.
Você conhece algum caso de pessoas que passam por dificuldades com a quarentena? Compartilhe suas experiências nos comentários.
Fonte: Glamour.com

